Contorcer e distorcer o corpo
Contorcer e distorcer os medos
No frio do chão
No olho do outro
No corpo do próximo
O calor alheio
Madeira vira céu
Sinto meu corpo inteiro
Pedaços e limites
Conversas e sons
O bom é novidade
Engatinhar é ver a luz
Do outro lado
Nos bastidores
é que sinto meu cansaço
E eu sempre estivera
na frente do espetáculo
analisando e julgando o teatro
Me vejo sem sapatos
Busco o ponto exato
O espelho, e me faço.
Relatório de aula das alunas:
Noemi Silva e Suziane Gonçalves
Nenhum comentário:
Postar um comentário